
No outro dia estava numa grande livraria quando vi um vendedor separando livros infantis dos livros comuns. Fiquei estupefata quando o vi atirar Germinal de Emile Zola na cesta das crianças. Nunca li o livro, mas sei que trata da vida de homens-animais que trabalhavam em minas de carvão, na França e que um dos personagens se chama Boa Morte, por insistir em não morrer nos inúmeros acidentes das escavações. Não resisti e perguntei ao moço se ele achava que os pimpolhos gostariam daquela leitura; respondeu-me que sim: era uma edição resumida e simplificada.
Puxa, como tem meninos precoces por aí.
Puxa, como tem meninos precoces por aí.
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