sábado, 8 de maio de 2010

sábado de sol na Bahia

O dia acordou glorioso, tanto que resolvemos comemorar o bom tempo e almoçar com vista para o mar do Casapraia, apesar dos proprietários (Pablo e Amadeo) estarem ausentes, passando as férias anuais em Rosário (AR). A Bilu e o Juarez estão mantendo o restaurante com o bom nível de sempre, tanto que a refeição estava de-li-ci-o-sa: pedimos o Arroz de Santo André, um risoto de camarões de tempero delicado e um molho de pimenta explosivo (servido à parte, só para quem gosta). Semifredo de chocolate, creme e canela, de sobremesa. Quem estava lá era o Ian, o garotinho da foto. Foi ajudar o pai (Júnior) no trabalho da conservação dos jardins, mas acho que lá pras tantas bateu uma preguicinha...Nada mudou, a Casapraia é um dos luxos de Santo André...exceto o fato de que, naquela mesa...tá faltanto eles...
(foto dos meninos by Tânia Alves)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

um pé na Bahia e outro no mundo


Estou me organizando para viajar daqui a uns 15 dias para Nova York, ainda na fase de escolher um hotel para ficar em Manhattan. Me surpreendi com a loucura dos preços de hospedagem: estão na altura do Top of the Rock!
Talvez por isto uma nota que vi no IG Turismo me fez oscilar entre o Ocidente e o Oriente, vejam só:
"Tailândia não faz o brasileiro sofrer tanto ao abrir a carteira. E não faltam motivos para se visitar este belo país. Conhecer as ilhas paradisíacas de Phuket e Ko Samui, os belos templos da capital Bangcoc e as mulheres girafas da tribo Padang são apenas alguns exemplos. Há hotéis luxuosos à beira-mar por menos de US$20 por dia e bons restaurantes por menos de US$10."
Hotel luxuoso por 10 dólares? Tailândia, me aguarde...

a última de Schopenhauer

Oi querido,
Ontem você me perguntou qualquer coisa sobre Schopenhauer. Ainda bem que não foi sobre o pensamento dele – ia me dar mais trabalho – mas sobre a criatura. Fui procurar a data (1788) e a cidade de nascimento (Dantzig), mas o que achei engraçado foi descobrir que o filósofo tem página no Facebook. Fiquei curiosa e fucei um pouco mais: não apenas ele, mas também Jesus Cristo, Madame Curie e Mickey Mouse estão no Facebook -- aliás, toda uma série de celebridades passadas, inclusive o homem de Neandertal.
Pois bem: Schopenhauer ingressou na Faculdade de Comércio aos 17 anos e chegou a trabalhar como aprendiz de comerciante em Dantzig (hoje, Gdansk, Polônia). Ficou livre do ofício quando o pai morreu deixando-lhe uma pequena fortuna e ele pode se dedicar a escrever e filosofar. O mundo perdeu um grande comerciante – basta ler o nome dele, facilmente trocadilhável por shopping hour. Eu sei que a palavra trocadilhável não está no dicionário, mas como me disse uma caixa num supermercado de Porto Seguro na semana passada “hoje em dia somos nós, os falantes, que fazemos o verbo.”
A princípio, ninguém estava muito interessado em ler o que Schopen escrevia. Talvez porque os temas de suas obras não encorajavam; afinal quem se anima a ler uma tese denominada "Sobre a Quádrupla Raiz do Princípio de Razão Suficiente" ou um livro com o título de “Parerga e Paralipomena”? Foi mais ou menos por aí que a mãe dele começou a fazer sucesso como novelista, passando a freqüentar os círculos mundanos que o filho ridicularizava e detestava. E olha que ela era amiga de Goethe! Aborrecida com as críticas domésticas, a mãe começou a declarar publicamente que a tese do filhoe não passava de um tratado de farmácia. Ele retrucava dizendo que o futuro dela como romancista era inglório e que o mundo só se lembraria dela por ser a mãe dele, Schopenhauer. Não vou me estender muito nesta disputa porque o dia das mães está chegando, né?
Diz o chavão que Schopenhauer era um pessimista. Acho até que não, viu? Era tão otimista que quando foi ser professor na Universidade de Berlim cismou de competir com Hegel – que está para a Filosofia como Karl Marx para o comunismo – escolhendo para sua disciplina o mesmo horário que o rival: só apareceram 4 alunos. Desistiu. Mais tarde foi vítima da curiosidade de umas velhinhas que eram locatárias na mesma pensão onde ele vivia. Parecem que eram mexeriqueiras ou morbidamente curiosas, já que tinham o insalubre hábito de espionar a chegada das amizades femininas que Schopenhauer recebia em seus aposentos. Certa noite ele se enfezou e atirou uma dessas espiãs escada abaixo. Foi processado e condenado a pagar 60 thalers anuais até a morte dela. Para azar dele, a mulher ainda demorou 20 anos para morrer. Foi por causa deste episódio que ele cunhou a frase “ A mulher é um animal de cabelos longos e idéias curtas.”
Mas olhe, meu filho, o que importa mesmo é a obra e não o homem. Arthur Schopenhauer foi um filósofo que influenciou grandes pensadores como Machado de Assis, Nietzsche, Freud, Wagner, Tolstói e Thomas Mann, entre outros. E ainda hoje é considerado um dos principais pensadores de toda a história alemã.

um dia que todo mundo gosta



É hoje!

da série "pescadores de Santo André"


Quando avistei Moisés pela primeira vez, peguei-o bem no pulo. Estava saltando de um barco para dentro do rio, só que antes de atingir a água ele dava uma cambalhota arriscada. Me encantei com a cena e sempre olho com atenção este menino de voz tranquila e doces modos. Gosta de pescar, como o pai. Eu sei que Santo André tem essa história dos pescadores, mas o meu sonho para o Moisés é que ele seja professor. Ou velejador.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

o porco-espinho de Schopenhauer


Nesta época do ano o vento Sul começa a passar silenciosamente ao lado da Ilha Paraíso até tocar a orla da Avenida Beira-Rio. No caminho espalha frio, mexe com a água, tira barco do lugar. É o suficiente para me fazer colocar sapato e casaco quando a noite cai -- agora escurece cada vez mais rápido por sobre ruas cada vez mais desertas e quietas. Não é época de visitantes, resulta que alguns lugares públicos estão fechados para férias coletivas. Chegam apenas pequenas tripulações de veleiros e viajantes genuínos – esses seres que perambulam em destino incerto. Esta situação me fez lembrar a alegoria do porco-espinho do filósofo Arthur Schopenhauer, uma conhecida analogia sobre os desafios da intimidade humana. A fábula conta que um grupo de porcos-espinhos perambulava num dia frio de inverno quando percebeu que ficando mais juntinhos aproveitariam o calor do corpo dos outros e assim salvar-se-iam da morte por congelamento. Logo, porém, os bichos sentiram os espinhos uns dos outros, coisa que os levou a se separarem novamente. Quando a necessidade de aquecimento os aproximou mais uma vez, o segundo mal surgiu novamente. Dessa maneira foram impulsionados para perto e para longe, até descobrirem uma distância intermediária, na qual podiam toleravelmente coexistir. Assim é na sociedade, onde o vazio e a monotonia fazem com que os homens se aproximem, mas os múltiplos defeitos fazem com que se afastem. O desafio é achar este ponto intermediário onde a gente se sente quentinho e confortável sem ser espetados (ou sem espetar) por ninguém.
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A foto mostra o porco-espinho de bronze que ficava em cima da escrivaninha de Freud, na sua casa londrina, hoje um museu. Atrás aparece o famosérrimo divã.

a fotografia de Sonia Bonzi

uma amiga que já morou nos 4 cantos do mundo (acima, no deserto iraniano)
na Guatemala, onde reside hoje - para o próximo ano, mudança à vista
praia de Copacabana, um lugar onde sempre volta
família guatemalteca
orquídeas em tronco de árvore, em qual país mesmo?
festa popular na Guatemala

etiqueta & bons modos

Esses dias achei na VEJA -- um revista de maus modos -- um pequeno manual de boas maneiras mais contemporâneo. Trazia algumas regrinhas básicas, como estas:

" - É feio empurrar o prato para a frente quando acabar de comer.
- Mesmo que o prato seja uma pizza, capriche. Tire daquela caixa horrível de papelão e ponha num prato bonito
-Levantar correndo feito um doido da poltrona quando o avião pousa é desnecessário e deselegante (“fica aquela gente se acotovelando para tirar as malas do bagageiro, fungando no cangote um do outro”)
- Numa mesa com muitos homens, a mulher não precisa cumprimentar cada um com um beijinho. Melhor acenar de longe, para todos. E nunca cumprimentar com beijo alguém que esteja comendo.
- Não fale mal dos outros. A maledicência não traz nenhum benefício. É feio ficar destrinchando a vida dos outros como se fosse um frango.
- Não precisa encher a taça de vinho até a borda. Um terço da taça está bom.
- As mulheres devem evitar roupas com decotes que precisem segurar cada vez que se dirigem a alguém.
- Pisar nos mais humildes é típico de quem não tem traquejo social
- Não caia na armadilha do esnobismo
- Se precisar apanhar algum objeto no chão (mulheres) não empine o bumbum para cima, desça com as costas retinhas, mesmo que esteja com salto 14
- Se alguém elogiar sua roupa não responda que “foi baratinha”. Assim você desconsidera o elogio que recebeu.
- Não seja aquele tipo que entra num recinto se ajeitando, puxando a saia para baixo, o decote para cima e esticando o pescoço para ver quem está na festa e mal fala com os anfitriões."

(alguém aí tem mais alguma coisa para acrescentar?)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Talisson faz 6 anos

Sábado passado Talisson tocou a campainha de casa. Fui atender: o motivo era ótimo. Veio nos convidar para seu aniversário. Fiquei lisonjeada - só foram convidados 3 adultos, eu, o Cláudio, e a Dudu (afora os parentes). Olhem aí o nosso herói na hora do parabéns!
os convidados: a maioria primos e vizinhos de Talisson
Tallison era o oitavo filho de Raimunda e Gilvan... até que surgiu o Natan (nos braços de Talita)
Gilvan, o pai do aniversariante (com a cadeira na mão)
Raimunda, a mãe do time, de blusa amarela... não sei como conseguiu permanecer esbelta depois de tanto menino! Ela me contou que aquela era a primeira vez que comemoravam o aniversário do guri. E que todo dia, durante uma semana, ele acordava perguntando: "é hoje, mãe?" Aparecem ainda nesta foto, da esquerda para a direita: Adigérsina, Nérica (a vovó de Talissson), Mara e Bequinha (em pé) e Sirlane (tia)
Gilvânia, de vestido roxo, uma das irmãs do aniversariante
Talisson e Guilherme

sábado, 1 de maio de 2010

visita ao coqueiro de Coroa Alta

No dia 8 de novembro do ano passado, nós (+ um grupo de moradores) fomos plantar um coqueiro no banco de terra e corais conhecido por Coroa Alta, localizado a 5 milhas náuticas da praia de Santo André (mais ou menos 10 kms). É um lugar turístico, destino de muitas embarcações, principalmente escunas que transportam dezenas de turistas todo dia àquela época (vai fazer 6 meses) colocamos 5 sacos de terra preta ao redor do coqueirinho, a única palmeira do local
semana passada chegou uma parte da família de Belo Horizonte; para proporcionar um passeio alternativo, levamos as visitas para o local, a bordo do barco do Cláudio, o Bacana. Tia Anne adorou o passeio
e o Clóvis era dos mais animados!... Carlos Alberto não quis ir porque estava ocupado escondendo o adoçante na geladeira lá de casa
desta vez levamos um saco de uns 30 kgs de adubo orgânico
quem deu a maior força foi o Elielton, um pescador nosso amigo
eis o coqueirinho -- vivinho! -- e vistoso... apesar do reforço de adubo ele corre um risco... a Coroa Alta é movente: nós plantamos no meio da ilhota e como ela não pára de se modificar e está começando a beirar uma das bordas perto do mar... daqui a algum tempo pretendemos voltar lá para verificar as andanças do coqueiro e levar mais adubo

À mesa com Marcel Proust

Estou cada vez mais apaixonada pelo escritor francês, Marcel Proust. Ainda no primeiro volume de sua obra "Em busca do tempo perdido" já penso em adquirir os volumes seguintes. São 7 ao todo. São gemas da vida que nos vão sendo dadas de presente à medida que as páginas vão passando. Reflexões metafísicas, filosóficas: grandes temas.
Impressionante o quanto este homem observou o jeito humano de ser. Destrincha a hipocrisia, a vaidade, a pretensão. Escrutina a alma, a ambição disfarçada. E descreve como ninguém a beleza da natureza -- eu amo passear pelos caminhos de Combray, as palavras dele funcionam como caleidoscópio, mil imagens.

E como fala bem sobre comida, dá um apetite imenso, olhem só este trecho do "Caminho de Swann"

"É que ao fundo permanente de ovos, de costeletas, de batatas, de compotas, de biscoitos, que nem sequer nos anunciava mais, Françoise acrescentava – de acordo com os trabalhos dos campos e pomares, o fruto da maré, as surpresas do comércio, as amabilidades dos vizinhos e seu próprio gênio inventivo, e de tal forma que nosso cardápio, como essas quatro-folhas que esculpiam no século XIII nos pórticos das catedrais, refletia um pouco o ritmo das estações e os episódios da vida – um rodovalho, porque a peixeira lhe garantira que estava fresco, um peru, porque descobrira um esplêndido no mercado de Roussainville-le-Pin, carnudas alcachofras da horta, porque ainda não no-las tinha preparado daquela maneira, uma perna de carneiro assada porque o ar livre faz um buraco no estômago e ia a passar muito tempo até descermos às sete horas, espinafres para variar, alperces porque eram ainda uma raridade, groselhas porque daí a quinze dias já não as haveria, framboesas que o senhor Swann trouxera de propósito, cerejas, as primeiras da cerejeira do jardim depois de dois anos em que não produzira nenhumas, queijo cremoso de que eu antes gostava muito, um bolo de amêndoas porque o encomendara na véspera, um brioche porque era a nossa vez de o oferecer. Quando aquilo tudo acabava, era-nos proposto, preparado expressamente para nós, mas dedicado em especial ao meu pai, que era amador, um creme de chocolate, uma inspiração, uma atenção pessoal da Françoise, fugidia e leve como uma obra de circunstância, na qual ela pusera todo o seu talento. Quem se recusasse a prová-lo dizendo: “Acabei, já não tenho fome”, seria imediatamente humilhado ao nível daqueles brutamontes que, até no presente que um artista lhes oferece de uma das suas obras, olham para o peso e para a matéria, quando o que vale é a intenção e a assinatura. Até deixar uma gota no prato seria uma prova da mesma indelicadeza que levantar-se antesSwann.




cinema cinema cinema


Quando a gente está vendo cinema, uma diversão extra é descobrir as citações de outros filmes. Woody Allen não esconde sua predileção por Bergman, olha o tributo explícito de um mestre para outro no filme "Annie Hall" outra atividade legal é prestar atenção aos objetos escolhidos pela produção de arte e pelos figurinistas (abaixo, peças utilizadas na filmagem de "O bebê de Rosemary")

e este abajur da heroína de "Amélie Poulain"?




adorei o robe do porquinho

Origem do Dia do Trabalho

O Dia do Trabalho teve origem num movimento ocorrido em 1886 em Chicago, uma megacidade industrializada. No dia primeiro de maio daquele ano, nada menos de 200 mil trabalhadores fizeram uma greve geral reinvidicando a redução da jornada de trabalho diária de 13 para 8 horas. Dois dias depois houve um enfrentamento coma polícia e alguns grevistas morreram durante a escaramuça. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada, e alguém jogou uma bomba no meio dos policiais matando sete agentes. A polícia abriu fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu convocar anualmente uma manifestação com o objetivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago.
Sugestão de leitura para o feriado
Não sei se Paul Lafargue era preguiçoso, mas por certo teve uma vida agitada. Participou da Comuna de Paris, brigou com Bakunin e casou com Laura, filha de Karl Marx. O casal terminou a vida em suicídio com ácido cianídrico em 1911. Veja um trecho do livro de Lafargue
“Na sociedade capitalista, o trabalho é a causa de toda degeneração intelectual, de toda deformação orgânica… o proletariado, traindo seus instintos, desconhecendo sua missão histórica, deixou-se perverter pelo dogma do trabalho. Duro e terrível foi seu castigo. Todas as misérias individuais e sociais nasceram de sua paixão pelo trabalho”.

A Exposição Mundial de Xangai


Daqui do meu lugarzinho à beira-mar, em plena estação de quietude – época em que restaurantes dormem e bares saem de férias – vejo dados e imagens vertiginosos vindos da maior Exposição Mundial já vista neste mundo, tanto em participantes (190 países) como em visitantes (são esperados 70 milhões). A abertura é hoje, primeiro de maio, e o local é Xangai – a mais populosa cidade chinesa. Pelos próximos 6 meses Xangai será um imenso caldeirão de reflexão e troca de experiências sobre as cidades, seus problemas e as soluções encontradas. “Cidade Melhor, Vida Melhor” é o grande tema do evento. No fórum de encerramento da EXPO em outubro, será redigida a “Declaração de Xangai” contendo os resultados das trocas de experiências dos países participantes.
A jornalista Cláudia Trevisan que acompanha a abertura do evento, conta no seu blog:
“Nenhuma cidade traduz tão bem a vertiginosa ascensão chinesa das últimas três décadas do que Xangai. E nada em Xangai é mais emblemático da transformação histórica do país quanto as duas margens do rio Huangpu, que divide a paisagem entre o passado de humilhação colonial e o atual momento de emergência econômica.
De um lado do rio está Puxi que concentra os bairros antigos de Xangai e os resquícios da colonização por potências estrangeiras. A arquitetura européia dos edifícios foi preservada e o conjunto contrasta com os arranha-céus e a profusão de luzes da outra margem. Nos meses que antecederam a abertura da Expo Xangai foi mergulhada em obras, enquanto seus habitantes foram alvo de campanhas educativas para dar uma boa impressão aos visitantes. Entre outras coisas, foram orientados a respeitar filas, não escarrar e não andar de pijamas pelas ruas (hábito comum na China). As autoridades também trataram de isolar os dissidentes do regime, colocando-os em prisão domiciliar. Além disso, prenderam 6.000 pessoas acusadas de prostituição e de pequenos crimes, como furtos.
A recente prosperidade é exibida na margem do rio conhecida como Pudong, que possui um cenário futurista digno de Flash Gordon ou dos Jetsons. Pudong é o centro financeiro de Xangai, onde estão a Bolsa de Valores e os bancos, nacionais e estrangeiros e é um dos poucos lugares do mundo onde o skyline muda de um ano para outro, com novos edifícios que brotam do chão em tempo recorde."
OS PAVILHÕES
o da Espanha evoca a arquitetura de Gaudi
Na fachada do pavilhão do Brasil haverá uma enorme tela interativa na qual os visitantes poderão “jogar” futebol com seus celulares. O futebol é o elemento que os chineses associam de imediato ao país. (mesmo assim, achei nosso pavilhão muito sem gracinha...
pelo menos se comparado ao da Holanda

"Luzes são uma obsessão dos chineses e aparecem em profusão nas grandes cidades do país. Mas em Xangai, a iluminação parece uma parte orgânica da paisagem, exagerada e onipresente."

quinta-feira, 29 de abril de 2010

os pescadores de Santo André

Há muitos pescadores aqui no povoado, sendo que dois deles são tão assíduos que chegam a se confundir com a paisagem, Seu Oliveira e Seu Jonas aparecem na praia seja lá qual for o tempo ou a estação
é todo santo dia de caniço na mão